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E-book Gratis: Economia e Vida na Perspectiva da Encíclica Caritas in Veritate (clique no link para salvá-lo)

Eu comprei e o livro é mesmo muito bom! O depósito é de confiança, o livro veio certinho! Facilita ler em papel, do que no computador. Vale a pena comprar! Dani



"O Núcleo Fé e Cultura na Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010*

Economia e vida na perspectiva da encíclica Caritas in veritate
A economia e a política vistas a partir do pensamento de Bento XVI e da Doutrina Social da Igreja

Para a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, cujo tema é a economia, o Núcleo Fé e Cultura organizou o livro Economia e vida, na perspectiva da Caritas in veritate, que busca ser um instrumento para aprofundar a reflexão sobre as implicações sociais, econômicas e políticas da Doutrina Social da Igreja na atualidade, partindo da última encíclica de Bento XVI.

Esta obra é um importante subsídio para grupos de estudo e pessoas interessadas em aprofundar tanto a reflexão sobre o tema da Campanha da Fraternidade quanto sobre a Doutrina Social da Igreja. Conheça o livro e colabore conosco, divulgando a obra, indicando-a para amigos e colaboradores, disponibilizando o endereço eletrônico para download em sites e blogs, etc.

O livro conta com a colaboração de 16 autores, do Brasil, Itália, França, Alemanha, Estados Unidos, Argentina e Peru, que discutem de forma provocativa e propositiva a recente crise econômica e os grandes desafios para o desenvolvimento econômico e para a justiça social. Muitos deles fazem parte do Observatório Internacional Cardeal Van Thuân para a Doutrina Social da Igreja – organismo internacional que busca acompanhar e colaborar com as atividades do Pontifício Conselho Justiça e Paz, do Vaticano, e participaram como colaboradores na redação da Caritas in veritate.

Para mais informações, clique aqui.

Endereço eletrônico para download do livro: http://www.pucsp.br/fecultura/banner_livro.html

Você pode também adquirir o livro ao preço promocional de R$10,00, junto à Editora Companhia Ilimitada (editora.ci@terra.com.br,fone 2574-8539)."

*[conforme mensagem original recebido em e-mail]




Dica de artigo: Centralidade das empresas de economia de comunhão

Neste artigo a autora faz uma síntese geral do tema em breve revisão de literatura. Para quem não conhece o assunto o texto proporciona uma boa visão geral dos princípios da Economia da Comunhão. O artigo não apresenta estudo de caso.
Vale conferir 2 quadros esquemáticos nas págs 4 (síntese do tema) e 6 (comparação entre a EdC e a Economia Clássica).
Daniela

Obs: resumo original do artigo

Centralidade das empresas de economia de comunhão

Heloisa Helena A. Borges Q. Gonçalves

SOLTEC/UFRJ

Resumo

A proposta é apresentar a economia de comunhão na liberdade-EdC. Uma experiência de gestão empresarial que nasceu no Brasil em 1991 e se expandiu para cinco continentes do mundo. A EdC toma como base princípios e fundamentos da cultura da partilha, e o trabalho humano como um dos caminhos para a sacralidade, o que se torna um desafio significativo para os empresários que aderem à proposta e atuam numa economia de mercado capitalista. Os lucros, tradicionalmente considerados como propriedade legítima dos patrões ou dos acionistas, tornam-se recursos para um método bem definido que se constitui pela fraternidade universal, pela produção como uma questão ao mesmo tempo técnica e moral e pela interdependência entre produção, consumo e ecossistema.

Artigo na integra acesse:

Revista Cadernos de Administração 3a. ed Jan/Jun 2009
http://www.fsma.edu.br/cadernos/adm_fsma.html


Economia da Comunhão (EdC)

Para quem acompanha a literatura nas áreas de Gestão de Pessoas, Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) e Saúde no Trabalho, tem observado as crescentes criticas a competição acirrada e pressão por produtividade e multifuncionalidade que se assiste sobretudo no mercado privado, que tem tido consequencias importantes na vida profissional e pessoal de todos nós afetando saúde mental e física, satisfação com o trabalho, relações sociais e familiares, diminuição de oprotunidades reais de emprego, exclusão de parte da população do mercado formal de trabalho, etc .

Também em eventos que participei tenho ouvido comentários desesperançados de estudiosos ao constatar que apesar do aumento de pesquisas e do discurso de valorização do trabalhador, tudo ainda acontece na prática de forma superficial e com um certo desvirtuamento de intenção onde a valorização do funcionário é feita apenas com vistas ao aumento de produtividade. Uma visão ainda utilitária e de beneficio unilateral (em favor da empresa) inclusive em propostas de QVT e em muitos discursos de Espiritualidade do Trabalho.

Uma vez eu fui a um evento na área de educação em que os organizadores diziam que todos falam sobre problemas, é até fácil, no entanto é mais importante dar destaques as soluções, as boas práticas de trabalho que são realizadas diariamente e que muitas vezes passam desapercebidas. E na minha experiência profissional também tenho constatado que não faz sentido levantar problemas sem apresentar propostas concretas de solução.

Nesta direção vejo que a Economia da Comunhão é uma possibilidade de resposta para o resgate da dignidade do homem trabalhador, da missão social e espiritual da empresa e do trabalho e colocar o capitalismo a serviço do homem e não o inverso como acontece atualmente. A Economia da Comunhão caminha junto com a Espiritualidade do Trabalho, porém traz de forma mais explícita a aplicação dos valores do cristianismo no mundo econômico.

A Economia da Comunhão (EdC) é recente (1991) e nasceu do Movimento Focolares, fundado por Chiara Lubich, que é um movimento católico surgido na Itália em 1943. Este movimento vive e prega o espírito de fraternidade entre as pessoas para que a humanidade viva como uma grande família.

Dos materiais que pude ler a respeito o que me chamou mais atenção neste movimento é que as empresas vivem o sistema capitalista competitivo, em condições de igualdade com as outras empresas, mas têm como diferencial a forma de relação com o lucro e a sensibilização dos empresários no que tange a distribuição dos mesmos. Em situações de crise econômica como temos vivido nestes últimos meses, o primeiro esforço é preservar o trabalhador e seu emprego, onde os empresários abrem mão de forma consciente e voluntária do lucro em favor da manutenção dos empregos. Outro ponto interessante é a percepção de clima organizacional, sobretudo qdo os funcionários comparam a gestão dessas empresas com a de empresas comuns que já trabalharam, afirmando que o ambiente de trabalho em empresas que seguem a EdC é muito melhor.

Acredito que a humanização das empresas e do sistema capitalista é possível se são feitas as escolhas certas (tanto escolhas pessoais como coletivas). E as pesquisas estão aí para provar que a EdC é uma proposta séria, com fundamentos cristãos e científicos sólidos e que, portanto existe esperança no mundo do trabalho onde existem pessoas idealistas e de boa vontade. É um tema que deve ser conhecido e estudado por todos cristãos ou não, pois a solidariedade e a justiça são valores universais.

Para conhecer mais:

http://www.focolare.org/ Site Oficial Focolares

http://www.focolare.org/home.php?lingua=PT Site em português

Economia da Comunhão:

http://www.edc-online.org/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1

No site é possível o acesso na integra de pesquisas acadêmicas sobre o tema feitas em diversas partes do mundo, inclusive em universidades do Brasil.

Daniela

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