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Retomando o Blog ou saindo do Silêncio......

Algo que aprendi em pesquisas acadêmicas e sempre falo para meus alunos é que o silêncio também é resposta, o silêncio em algumas ocasiões responde melhor do que as palavras. Depois de muito refletir concluo que meu blog está em silêncio; só quem é mãe, pai, cuidador entende este silêncio. 

Existe aquilo que se quer e aquilo que é possível. Ou aquilo que enquanto grávida se imagina que vai fazer (e já se tem desenhados vários projetos) e aquilo que realmente se consegue fazer após o nascimento. Há o momento de escrever, refletir e o momento de viver. Só há o quê escrever após viver. Vivendo descobri que transitamos entre superestimar e subestimar nossas próprias forças. Vivendo descobri que a maior preciosidade que temos na vida é o Tempo, que passa a ser do outro quando se escolhe ser mãe. 

Este tempo de adaptação em retornar ao trabalho e cuidar de minha filha, que acabou de completar 2 anos, foi muito difícil, cansativo, mas me trouxe muitas reflexões sobre ser trabalhadora e mãe que desejo compartilhar no blog dentro do possível. 

O Tempo...... para um filho, marido, família, vocação eu oferto meu tempo. Por ser oferta é escolha, e mesmo com algum sofrimento sempre há crescimento e novas possibilidades. Mas e o trabalho? Quantas vezes é um tempo roubado e não escolhido? 

O Tempo da mãe também faz o da criança. Em dias de frio, chuva, quando a bebê está meio amuada e tenho que tirá-la do berço quentinho para sair para trabalhar (eu não tenho parentes na mesma cidade e é muito difícil encontrar serviço de babá particular por aqui) fico pensando que a criança se torna proletária junto com sua mãe. É isso mesmo! Ela de certa forma "trabalha" pois faça chuva ou sol tem que acordar cedo e sair junto com a mãe, chega em casa junto com mãe, em tenra idade já tem que entrar no ritmo da escolinha e aproveita tão pouco o aconchego de seu próprio bercinho. Eu ainda tenho o privilégio de ter jornada de 6 horas e morar a poucas quadras do meu emprego, então passo a tarde quase toda em casa,mas mesmo assim sinto.

Há muitos ano eu assistia um documentário sobre a história do vestuário e num determinado momento quando foi abordado sobre o inicio da industrialização em massa de roupas femininas e infantis, a criação de tecidos leves, permitindo seu barateamento e acesso, foi dito algo mais ou menos assim: a roupa industrializada veio libertar a mulher (que até então confeccionava todo vestuário da família em casa) e por consequência libertou a criança que passou a poder brincar pois agora podia sujar as roupas, já que agora era simples a reposição. E com isso a mulher passou a ter também mais tempo para a criança e para outras atividades. Este documentário sempre volta em minha mente e fazendo um paralelo me ponho a pensar no meu trabalho, em tantos tipos e qualidades de relações de trabalho e emprego existem e o quanto a Gestão de Pessoas é importante para a criança, que ela pode aprisionar ou libertar também a criança. 

Eu ainda estou elaborando meus pensamentos.....




























fonte da imagem: http://www.mindfiresolutions.com/blog/2014/02/10/a-working-mothers-perspective/















Autoconhecimento e auto aceitação - o quê faço com a Verdade de quem sou?

Eu adoro desenhos animados, em especial os desenhos mais antigos que eu assistia quando criança. Na minha percepção o desenho animado reflete o que de melhor e pior existem na personalidade humana, sendo uma forma lúdica de refletirmos sobre a vida tanto privada como em sociedade, bem como ajudar  a extravasar a imaginação e o desejo de diversão gratuita através de histórias e situações fantásticas ou na linha "nonsense".

Um dos desenhos que eu adorava assistir quando eu tinha lá pelos 5-6 anos de idade era a "Cobrinha Azul", lembro de minha mãe chamando no meio da tarde: "começou a Cobrinha Azul",e eu parava tudo para ir assistir. Minha tv era preto e branco e de vez em quando pensava: "como minha mãe sabe se essa cobrinha é mesmo azul???"

O episódio a seguir é bem interessante por tratar de uma situação que mais cedo ou mais tarde todo mundo passa que é a crise existencial e/ou vocacional, vinda do processo de tomada de consciência de si mesmo. 

Quem eu sou? Para onde vou? 

A Vida sempre surpreende por não ser óbvia........

Divirta-se!!!!!



Reflexões em Canções: Agradecendo pela Vocação

Hoje comprei um dvd do Elymar Santos ("Elymar canta Marrom"), em show no qual canta Alcione. Na abertura ele canta esta belíssima canção, falando sobre a vocação de ser artista. Assim que ouvi, vim reparti-la pois penso que é a maior graça na vida de um ser humano ter plena consciencia de sua missão no mundo e poder realizá-la através de seus talentos.

Que vc Amigo Leitor, no decorrer de sua carreira, sobretudo ao final dela, também possa com o coração agradecido erguer a voz aos Céus em gratidão e na paz da certeza de missão cumprida.

                                                                                                                           Daniela
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OBRIGADA

                                           Interprete : Alcione (escolhi postar versão cantada por Elymar Santos)

Composição: Sérgio Caetano; Chico Roque
 
 
Deus me deu a arte como dom



Foi como nascer numa avenida

Meu primeiro choro foi no Tom

foi pra mim tão bom

Tenho a fé fortalecida

Já cheguei sabendo a profissão

Ela é a missão da minha vida

Se eu puder tocar um coração

Faço a minha obrigação

Estou sempre agradecida,

Agradecida


Abro o coração em oração

Rezo o meu terço

Grata à vocação,à inspiração

Que vem de berço

Que essa luz divina que do alto,venha iluminar meu palco como desce o véu.

Sinto a mão do Pai,

Que Ele está perto e me segura

Manga quando cai no tempo certo está madura

Tudo que acontece tem uma razão de ser

E agradeço aos céus


Obrigada meu Deus

Pelos casos de amor que eu já fiz começar

E das brigas sofridas,de dor que eu também ajudei a curar

pelo povo que segue comigo

O amigo que vai onde estou pra me ver cantar


Obrigada meu Deus

Obrigada por tantos valores

O talento das mãos de quem sabe tocar

Os poetas e compositores,

Essa força que eu sinto no ar

Minha vida é um show e o roteiro foi Deus quem traçou

Abro o coração em oração...




Dica de livro: "Trabalho e Felicidade: O Livro do Eclesiastes"

Partilho este belo trecho de um livro que acabei de comprar. Temos que alimentar nossa inteligencia não só com o estudo técnico-teórico, mas tbém com beleza. Venho notando de alguns anos para cá que a leitura espiritual tem me ajudado a escrever e criar na esfera profissional em muitos momentos.
 
Precisamos da beleza para criar.

Inspirem-se!

                                                         Daniela


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O QUE É A SABEDORIA

"Sabedoria é uma forma de conhecimento que deve ser entendida na sua peculiaridade, já que não pode nem deve ser confundida com qualquer outra forma de conhecimento. A primeira distinção a ser feita é entre sabedoria e erudição. Erudição é um acumulo de conhecimentos, em geral feito com auxilio de cursos, leituras, informações de diversos tipos. Sabedoria , porém, diz respeito a um discernimento ou percepção profunda, que só se adquire através da digestão, lenta ou rápida, da experiência da vida. Assim, tanto o erudito pode não ser sábio como o sábio pode não ser erudito. De nada adianta simplesmente viver.É preciso fazer a digestão do que se vive, i.é, remexer e esmiuçar o que se viveu, procurando descobrir o signifcado ou sentido das próprias experiências, ou seja, entender porque certas coisas, ainda que muito boas em si, não deram certo - e o contrário também: porque certas coisas, apesar de muitos dizerem que não eram boas, acabaram dando certo?
(....)
A sabedoria não é necessariamente prerrogativa dos anciãos.É prerrogativa de qualquer pessoa de bom senso, com a capacidade de se libertar de tudo aquilo que impede ou diminui a vida. Ou seja, é a grande recompensa de todos os que não têm nada a perder - tanto o jovem como o adulto e o anciâo. É claro que a quantidade e a intensidade das experiências concretas podem, quando digeridas, levar a uma percepção sapiencial mais ou menos aguçada e penetrante, o que poderia privilegiar o adulto e o anciâo. Contudo, todos podem ter a sabedoria própria de sua idade. E outro fator igualmente inevitável é o sofrimento. Assim como os mais doces frutos amadurecem sob o calor do sol do verão, também nós, talvez por causa da nossa preguiça congênita, só amadurecemos graças ao sol intenso dos nossos sofrimentos, porque é dificil abrir mão de das ilusões, ainda que saibamos que é muito melhor a realidade do que a ilusão. E, mistério que permanece a ser decifrado, resta sempre a questão: porque p sofrimento leva alguns à sabedoria e outros à total insensatez? Questão de perspectiva, de ângulo de visão, de abertura, de disponibilidade, ou finalmente, de humildade para estar sempre aprendendo?"

Trecho do livro: Trabalho e Felicidade: O Livro do Eclesiastes. Ivo Storniolo. Ed. Paulus. 2002. p. 11-13.











 

Câmara dos Deputados: Proposta regulamenta direito a objeção de consciência • PL-6335/2009‏

Fiquem de olho pois em um futuro muito próximo muitos de nós teremos que recorre à essa lei, para que não tenhamos que nos sujeitar a leis como essa dos EUA e corrermos o constrangimento de assédio moral em forma de perda de licença de negócios, licença profissional, ameaça de demissão, de perda de cargos, prisão por desacato, etc.http://exame.abril.com.br/economia/mundo/noticias/vaticano-critica-obama-por-contracepcao-e-pilula-do-dia-seguinte-3

(....)
Bento XVI faz alusão, sem mencioná-los diretamente, aos planos de cobertura médica nos Estados Unidos que, num futuro próximo, permitirão às mulheres ter acesso a todas as formas de contracepção aprovadas pela FDA (Food and Drug Administration).
Assim, a partir de 1º de agosto de 2012, todos os contratos relacionados ao seguro-doença deverão compreender esses serviços. Os empregadores que alegarem crenças religiosas para não fornecerem a cobertura para a contracepção terão até o dia 1º de agosto de 2013 para se conformar às novas regras.(...)
Em longa mensagem, Bento XVI lamentou "os esforços realizados para recusar aos católicos e às instituições católicas o direito à objeção de consciência".
"Obrigar os cidadãos americanos a escolher entre violar a própria consciência e esquecer seu seguro saúde é absolutamente um contra-senso", acusou Monsenhor Dolan.
"Estamos sendo obrigados a baixar o braço para um governo que considera a concepção, a gravidez e o nascimento como doenças a serem curadas", lançou.
(íntegra no link acima)


Este é um assunto que interessa não apenas aos católicos, mas a todos os que pertencem a denominações religiosas sérias, ou mesmo os que sem religião tenha crescido em ambientes onde sempre tenha prevalecido o senso de justiça e respeito ao ser humano. E tbem extrapola práticas de saúde e incluindo ao meu ver os que tbem trabalham em setores financeiros, empresas, negócios que dependem de rede de contatos, etc.

Vamos acompanhar e avaliar o trâmite desta proposta de Lei. É só entrar periódicamente no site da Câmara dos Deputados (abaixo) e ir acompanhando o histórico.

                                                                                               Daniela

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http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/DIREITO-E-JUSTICA/144784-PROPOSTA-REGULAMENTA-DIREITO-A-OBJECAO-DE-CONSCIENCIA.html

Agência Câmara de Notícias




22/01/2010 15:00

Proposta regulamenta direito a objeção de consciência


J.Batista
Gonzaga Patriota: é direito fundamental da pessoa não ser obrigada a agir contra suas próprias crenças.

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6335/09, do deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), que regulamenta o direito de uma pessoa se negar a praticar ato contrário a suas convicções morais, éticas e religiosas, inclusive no ambiente de trabalho. É o que se chama objeção de consciência.

O projeto baseia-se no inciso 2 do artigo 5º da Constituição, segundo o qual ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa que não seja obrigatória por lei. A Constituição também estabelece, no inciso 8 do mesmo artigo, que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política.

"É direito fundamental de toda pessoa não ser obrigada a agir contra a própria consciência e contra princípios religiosos. O direito de liberdade de consciência e de crença deve ser exercido concomitantemente com o pleno exercício da cidadania", acredita Gonzaga Patriota.


Apesar da premissa, a proposta permite que se exijam da pessoa que alegar objeção de consciência provas de seu envolvimento com uma religião ou causa moral. "A objeção de consciência não pode ser utilizada de forma indiscriminada e por motivo banal. Cada ser humano deve agir com base na sua própria consciência, sendo responsável por suas decisões individuais", explica o deputado.

Tramitação
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e também pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Noéli Nobre
Edição - Pierre Triboli


A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

Dica do Amigo Leitor: "Reflexão: o que é ser um profissional de sucesso?"

Agradeço a dica de minha querida amiga Giovana, que é alguém que me inspira enquanto trajetória profissional, me mostra que devemos nos entregar a voz da nossa vocação, que está sempre a sussurrar, por outras vezes a gritar, nos levando em direção a plena realização. Apenas temos que ter coragem de mudar de direção rumo ao novo!

Aproveito e indico seus belos blogs:

                                                                           Daniela

Reflexão: o que é ser um profissional de sucesso? (conforme orginal)

 

Ao longo da vida, principalmente quando cursava o Ensino Médio, sempre ouvi comentários e conselhos acerca do profissional bem sucedido. A imagem desse profissional era normalmente vinculada a grandes empresas e negócios, sendo jovem e rico. Raras vezes ouvia sobre realização pessoal ou satisfação que não fosse ligada aos ganhos materiais. Por isso, o que se criou foi: não importa o que você faça, o importante é que ganhe dinheiro.

Com o tempo e observação de alguns exemplos, percebi que a realização profissional não se encontra no salário que se ganha e sim no gosto em se fazer aquilo. Há muitas pessoas que não são empresárias, não trabalham em multinacionais e não ganham tanto, porém sentem-se felizes com o que fazem, tendo um salário que satisfaz a todas suas necessidades.............

Continue a leitura em:    

http://tracosdescritos.blogspot.com/2010/12/reflexao-o-que-e-ser-um-profissional-de.html

 



Exemplo de Profissionais Vocacionados : Inspire-se!!!!

Deixo para seu deleite dois exemplos públicos de pessoas que são profissionais por vocação, no sentido mais sublime do termo. E a partir destes dois relatos com certeza você conseguirá identificar pessoas próximas em sua realidade tão iluminadas como estas. E mesmo refletir na sua própria postura profissional, suas motivações interiores para exercer sua profissão ou sair em busca de novos desafios. 

Estes exemplos nos permitem descobrir que a dimensão do serviço é implícita em qualquer tipo de profissão.

A seguir apresento reportagens do jornal "O Estado de São Paulo", com entrevistas com dois profissionais da área de direito. Eu tenho uma admiração especial pelo Dr Ricardo Fonseca, o qual tive o prazer de assistir uma palestra no Congresso Internacional de Saúde Mental e Trabalho, em Gionânia em 2006. Uma pessoa muito encantadora!Gosto desta frase dele:

 

 "Não tenho mais grandes ambições. 
Quero ser um juiz sensato, sábio e justo"

                                                                                                             Dr. Ricardo Fonseca


A seguir as entrevistas. Apreciem!

                                                      Daniela

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http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac403863,0.htm


quinta-feira, 16 de julho de 2009, 19:18 | Online

Procurador cego é aprovado para cargo de desembargador

Duas décadas após ser reprovado por deficiência, procurador realiza sonho de se tornar juiz
 
Felipe Recondo - O Estado de S. Paulo
 
BRASÍLIA - Há 20 anos, Ricardo Tadeu Marques da Fonseca foi reprovado no concurso para juiz do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo por ser cego. Nesta quinta-feira, o sonho de ser desembargador foi concretizado - foi nomeado desembargador do TRT do Paraná e passou a ser o primeiro magistrado cego do país. "Estou tentando ir para a magistratura para realizar um sonho que tive no início da carreira e me foi negado. Não tenho mais grandes ambições. Quero ser um juiz sensato, sábio e justo", disse ele ao Estado, antes de saber da nomeação. Nem a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) nem o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sabem da existência de algum juiz cego no Brasil. 

Ricardo Tadeu, 50 anos, nasceu prematuro de seis meses e teve paralisia cerebral. Sua visão ficou logo comprometida. Os movimentos dos braços e das pernas também foram prejudicados - hoje anda com alguma dificuldade, mas recuperou totalmente o movimento dos braços.

Até os 23 anos, enxergava com muita dificuldade. Aos 23, no terceiro ano do curso de Direito da Universidade de São Paulo, perdeu completamente a visão. Formou-se com a ajuda dos colegas e está, há 17 anos, na Procuradoria do Trabalho do Paraná.

Como o senhor ficou cego?

Eu nasci há 50 anos depois de uma gestação prematura de seis meses. Tive paralisia cerebral. Então eu tenho uma deficiência nas pernas e tive baixíssima visão até os 23 anos. Aos 23 anos, perdi totalmente a visão.   


Como foi sua escolarização?

Eu fui alfabetizado pela minha mãe. Ela me ensinou a escrever e a fazer contas em papel de pão, porque eles eram grandes e era preciso escrever com letras grandes para eu ler. Na escola eu tive professoras fenomenais que escreviam os textos com letras maiores para eu poder ler.

Não foi para uma escola especial?

A minha família achava que eu tinha que estudar numa escola comum. Inclusive eu jogava bola com a molecada. Eu era grosso, mas jogava. Sempre fiz tudo, brigava, apanhava, batia... 


Como foi o vestibular?

A Fuvest na época não sabia como fazer a prova pra mim. Eu propus que eles gravassem as questões em fita cassete, eu ouviria e escreveria as respostas. Fui assim que fiz as provas e passei no Largo São Francisco.

O sr. ficou cego no meio do curso. Como fez para se formar?

Foi no terceiro ano. A minha turma, de 1984, foi muito legal. Cada colega escolheu um livro que gostava mais e gravou o conteúdo em fita cassete. Eles leram para mim. Eu escutava tudo e fazia as provas oralmente. Assim eu me formei, fiz mestrado na USP e doutorado na Universidade Federal do Paraná.

E sua carreira profissional?

Eu comecei a trabalhar num escritório de advocacia trabalhista, remunerando os meus ledores. Mas ninguém me dava emprego. Era muito difícil eu conseguir um emprego melhor. Aí, o juiz Osvaldo
Freus, do Tribunal do Trabalho de Campinas, me convidou para ser assessor dele. Eu trabalhei com ele por cinco anos. E ele me estimulou a fazer concurso para a magistratura.

O sr. fez as provas?

Comecei a fazer o concurso em 1989. Eu estava entre os 10 primeiros colocados e quando eu ia fazer a prova de sentença, que era justamente com o que eu trabalhava, anteciparam o meu exame médico. E eu fui cortado.

Com que argumento?

Juiz cego não pode trabalhar. Eu sempre contestei isso. Eu sempre dizia: senhores juízes, quando os senhores têm de ler um texto em língua estrangeira se louvam de um tradutor juramentado. Não é assim? É. O ledor funciona para mim como o tradutor juramentado funciona para vocês.

Na época o presidente em exercício era o juiz Nicolau dos Santos Neto.

Era.

E ficou por isso mesmo?

Naquela época o centro acadêmico da Faculdade de Direito realizou um ato público. E quem estava na direção do centro acadêmico era o Toffoli (José Antonio Dias Toffoli, advogado-geral da União). Eles ficaram indignados com a história e fizeram um ato público. Foi o que me fez acreditar na Justiça.

O sr. não tentou nada pela via judicial?

O ministro Eros Grau era meu professor na época e fez um mandado de segurança pra me defender. Ele e a Paula Dallari. Não deu certo, mas foi lindo o mandado de segurança.

Depois o sr. foi para a procuradoria.

Fiz concurso para procuradoria. O procurador-geral era o Aristides Junqueira e a posição dele era: "Se o Ricardo passar, ele vai fazer estágio probatório. Se passar no estágio probatório vai ser efetivado".

Nesse caso, a cegueira não atrapalhou?

Eu não acho que a cegueira deva ser usada como um pretexto médico, porque não é uma questão médica, é uma questão técnica. Se um cego pode ou não ser procurador é uma questão técnica, de Direito, e não médica.

E não teve dificuldade na procuradoria?

No começo eles não sabiam como lidar comigo. Hoje eles me disponibilizam tudo o que preciso. Continuo trabalhando com ledores, eles leem todos os processos e eu dito o que deve ser escrito. Eu participo de audiências de instrução de inquérito em que ouço testemunhas. E eu devo ter ingressado com dezenas de ações civis públicas, inclusive com provas que eu colhi. Todas foram julgadas procedentes.

E nas audiências, como era?

Eu instruí centenas de inquéritos civis. E nessa instrução eu presidia audiências em que tomava depoimentos de testemunhas. Eu sempre percebia que a testemunha estava vacilante por causa do tom da voz. Isso nunca foi problema para mim. Aí eu apertava e conseguia a verdade. Eu sempre instruí muito bem meus inquéritos. Eu ouço a respiração, o tom de voz. Eu percebo quando a testemunha se mexe na cadeira, se está à vontade, se está nervoso, tudo isso eu detecto pela voz.

O sr. espera alguma resistência se for nomeado desembargador?

Não. Eu tenho fé que não, que isso será assimilado pela sociedade brasileira.
 
Do que o senhor necessitaria no TRT?

Os desembargadores têm assessores. Eu preciso do mesmo número de assessores. E com o tempo quero me adaptar ao programa de leitura de voz de computador que lê tudo o que está na tela, porque os processos serão digitalizados. Aí nem de ledor humano precisarei mais. É uma questão de tempo.

É a favor de cotas para deficientes nos concursos para juízes?

Sou a favor. Essa determinação está no artigo 37, inciso VIII da Constituição, que determina que nos cargos públicos seja reservada uma cota, na forma da lei, para pessoas com deficiência. Defendo essa norma porque reforça o princípio da igualdade. As pessoas com deficiência, até hoje, têm seus direitos humanos negados. Hoje a deficiência é um conceito social, não é mais um conceito médico. Uma pessoa é deficiente na medida em que a sociedade lhe dá ou não os meios para exercer os seus direitos.

Mas o sr. não quer entrar por cota?

Eu não gostaria de entrar por causa disso, quero que seja analisado o meu currículo. Mas é o presidente que vai analisar isso, é ele que vai decidir. Não quero ficar supervalorizando meu currículo. Eu respeito os meus colegas. Todos eles são muito bons.

Não acha que podem dizer que a escolha do seu nome é algo politicamente correto?

É só as pessoas olharem o processo (de escolha dos desembargadores) e analisarem os currículos. Não peço nada mais do que isso. Estou participando dessa campanha em igualdade de condições com os meus colegas e confio no meu currículo. Acho que tenho qualificação para o cargo, como todos os meus colegas da lista têm.

No TRT o senhor encontrará alguma dificuldade?

Os juízes colocaram a minha colega (Thereza Cristina Gosdal)em primeiro lugar da lista por conta de uma tradição da Corte de prestigiar quem esteve em listas anteriores. Mas todos elogiaram o meu currículo. Houve um depoimento de um juiz que disse: "Eu entrevistei o Ricardo e tinha dúvida se era possível ele ser um juiz, porque não queria contratá-lo por conta da falta de visão nem impedi-lo por isso. Então precisava ser convencido. E ele me convenceu."

Qual é o topo da carreira para o sr?

Eu já sou um homem realizado. Como procurador, fiz tudo o que eu queria. Ajudei os deficientes, ajudei a combater o trabalho infantil. Fiz muita coisa. Estou tentando ir para a magistratura para realizar um sonho que tive no início da carreira e me foi negado. Não tenho mais grandes ambições. Quero ser um juiz sensato, sábio e justo.

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Daniela Cembranelli, a nova defensora-geral

Aos 42 anos, ela assume na sexta-feira um dos cargos mais importantes do Estado com o compromisso de brigar pelos pobres e pela transformação social

O Estado de S.Paulo

A advogada Daniela Sollberger Cembranelli é uma dessas mulheres que parecem estar sempre voltando de férias. Pele viçosa, cabelos obedientes, rosto harmonioso, nitidamente vaidosa, ela, bem, ela não quer falar disso. A nova defensora-geral de São Paulo prefere conversar sério.

Assunto não falta. O discurso em favor dos desfavorecidos é apaixonado, contundente e, por via das dúvidas, didático. Ela explica com entusiasmo o trabalho à frente da Defensoria Pública, instituída pela Constituinte de 1988, mas estabelecida no Estado apenas em 2006.

"O defensor público não é só um "advogado de pobre". Seu compromisso é com a transformação social.,diz. Está no artigo III da Lei Orgânica 988/2006: a ele se atribui a função de mudar o estado das coisas ", diz. Eleita com larga vantagem para o cargo que assumirá no dia 14, Daniela teve 296 votos, contra 86 do segundo lugar e 71 do terceiro. Contou pontos o empenho com que coordenou em Brasília o núcleo de segunda instância e tribunais superiores, nos quais lutava até os últimos argumentos pelos direitos dos muito carentes.

"Ela é aguerrida, batalhadora e está envolvida com o projeto da Defensoria desde o início. É a mais preparada para tirá-lo do papel", afirma sua antecessora, Cristina Guelfi, cujo apoio à candidatura foi crucial.

Por todos esses atributos, a nova defensora-geral reage mal quando associam sua vitória ao fato de ser mulher do promotor-herói do ano, Francisco Cembranelli, que atuou no caso Isabella Nardoni. "Ele é promotor, eu concorria à Defensoria Geral. São funções opostas, nada a ver."

Em casa, Promotoria e Defensoria vivem uma trégua que já dura 14 anos. "Tivemos alguns embates acirrados no tribunal e logo me apaixonei", diz Cembranelli, de 49 anos.
Daniela, de 42, tem dois filhos com ele. Guilherme, de 10, e Rafael, de 9, são as prioridades em seu movimentado dia a dia. Quando resolveu fazer campanha para concorrer à Defensoria, ela teve uma conversa com o marido para saber se ele a ajudaria com os meninos. "Me prontifiquei a "substituí-la", se é que é possível substituir uma mãe", diz ele. "O Francisco é um grande companheiro, dedicadíssimo aos filhos", afirma ela.

Confusão. Alçado instantaneamente à categoria de galã, o promotor ganhou milhares de fãs de uma hora para outra. Daniela garante que não tem ciúme. "As pessoas precisam de modelos, referências, e confundem os papéis", diz ela, sem a menor sombra de contrariedade (nem de paciência).

O Sollberger em seu nome é do pai, que nasceu na Suíça, migrou com a família para o Brasil e morreu sub-procurador geral da República. O colorido moreno é da mãe, que nasceu em Goiânia e se dedicou ao lar. Daniela foi criada com os dois irmãos em Brasília e, apesar de estar tão perto do poder e de ter escolhido lutar pelos direitos dos mais carentes, nunca participou de política estudantil nem se filiou a partido.

"A faculdade (Universidade de Brasília) foi, para mim, o lugar onde eu comecei a me interessar de verdade pelo que eu estudava. Até ali eu gostava de brincar, especialmente com os meninos", diz ela, que ainda considera a amizade dos homens mais leal.

Pronto. Agora que declarou o basicão do currículo pessoal, ela quer voltar a falar de seu compromisso com os carentes, da urgência de se aumentar o número de defensores públicos no Estado, da quantidade recorde de habeas corpus impetrados em São Paulo, enfim, parece que o tempo da entrevista não vai ser suficiente para tudo o que ela precisa dizer sobre "a razão de ser do defensor público". "A gente poderia ficar aqui o dia todo falando sobre isso", resume.

Sua intenção de mudar o "estado das coisas" parece ainda mais pertinente dentro daquela sala de paredes guarnecidas com madeira escura, iluminada por vitrais coloridos, instalada em um prédio de cerca de 70 anos chamado Adhemar de Barros Filho. "Mas essa não sou eu", diz ela para o fotógrafo, enquanto ele tenta enquadrá-la junto aos vitrais, com a mão na cintura. "Parece pose de modelo."

Admirada por uma legião de jovens defensores, Daniela ficou famosa "por sua postura no plenário". "Quando tinha júri com ela, todo mundo ia. A Dani sempre foi uma referência de qualidade técnica e de entrega irrestrita àquilo em que acreditava", diz o segundo sub-defensor geral, David Depiné, de 37 anos, que dividiu com ela por quatro anos uma sala no Fórum de Pinheiros.

Até 2006, quem fazia o trabalho dos defensores públicos eram os procuradores de assistência judiciária. Daniela explica com orgulho que, dos 330 procuradores que atuavam na área, apenas 87 optaram por trabalhar na Defensoria Pública. Ela e os outros 86 deixaram de ganhar 50% no salário, basicamente para seguir um ideal.


A defensora-geral não revela quanto ganha. Conta que o salário inicial de um procurador é de R$ 13.500; o de um defensor, cerca de R$ 9 mil. No caso dela, é preciso acrescentar as gratificações de 17 anos nas funções e os "dois ou três mil" que ganha a mais no novo cargo. Também não é assunto que a entrevistada queira prolongar...

No fim da entrevista, ela se levanta da cadeira e, mesmo calçando um sapato com cerca de 8 centímetros de salto, não perde o tipo mignon. Em um raro recuo na decisão de não resvalar em assuntos frívolos, Daniela, 1,60 metro, diz que, sim, gostaria de ser um tantinho mais alta. Mas isso soa mesmo irrelevante diante da estatura profissional da moça.






Oração do Médico Veterinário




Senhor! 

Perante o altar de minha consciência
Neste Templo Universal
Com alma ajoelhada,
Venho pedir-vos:

A força para doar meus conhecimentos profissionais de Médico Veterinário
em prol da salvação e do bem estar
da vida animal.

A graça de compreender a responsabilidade
e o privilégio que me é concedido
de promover o convívio fraterno
entre os homens e as demais espécies.

A correção nas minhas atitudes
que eu ame, socorra, alivie os animais,
nossos irmãos menores,
como faria ao ser humano.

Afastai do meu coração
a cobiça e a mesquinhez
que eu tenha compaixão,caridade e respeito
por tudo que criastes

Amém.

Oração do Médico- Belíssima Inspiração!!!!



 
Autor:  Moisés Maimônides (1138-1204) foi um médico, filósofo e teólogo judeu

Ó Deus,

Tu formaste o corpo do homem com infinita bondade; Tu reuniste nele
numeráveis forças que trabalham incessantemente como tantos instrumentos, de modo a preservar em sua integridade esta linda casa que contém sua alma imortal, e estas forças agem com toda a ordem, concordância e harmonia imagináveis. Se a fraqueza ou paixão violenta, porém, perturba esta harmonia, estas forças agem umas contra as outras e o corpo retorna ao pó de onde veio. Tu enviaste ao homem Teus mensageiros, as doenças que anunciam a aproximação do perigo, e ordenas que ele se prepare para superá-las.

A Eterna Providência designou-me para cuidar da vida e da saúde de Tuas criaturas.
Que o amor à minha arte aja em mim o tempo todo, que nunca a avareza, a mesquinhez,nem a sede pela glória ou por uma grande reputação estejam em minha mente; pois, inimigos da verdade e da filantropia, elas poderiam facilmente enganar-me e fazer-me esquecer meu elevado objetivo de fazer o bem a teus filhos.

Concede-me força de coração e de mente, para que ambos possam estar prontos a
servir os ricos e os pobres, os bons e os perversos, amigos e inimigos, e que eu jamais enxergue num paciente algo além de um irmão que sofre. Se médicos mais instruídos que eu desejarem me aconselhar, inspira-me com confiança e obediência para reconhecê-los, pois notável é o estudo da ciência. A ninguém é dado ver por si mesmo tudo aquilo que os outros vêem.

Que eu seja moderado em tudo, exceto no conhecimento desta ciência; quanto a isso,
que eu seja insaciável; concede-me a força e a oportunidade de sempre corrigir o que já adquiri, sempre para ampliar seu domínio; pois o conhecimento é ilimitado e o espírito do homem também pode se ampliar infinitamente, todos os dias, para enriquecer-se com novas aquisições. Hoje ele pode descobrir seus erros de ontem e amanhã pode obter nova luz sobre aquilo que pensa hoje sobre si mesmo.

Deus, Tu me designaste para cuidar da vida e da morte de Tua criatura:
aqui estou,  pronto para minha vocação.

Que assim seja.

Amém!

Oração da Enfermagem


      


"Senhor!

No desempenho das minhas atividades, toma as minhas mãos entre as Tuas, unge-as com a Tua Bênção e me ensina a servir de uma maneira desinteressada como o Teu filho Jesus nos exemplificou. 
Diante de mim, corpos disformes, criaturas abandonadas ao seu destino, morte e sofrimento se desenrolam no dia-a-dia como se fora algo normal.Talvez seja sim. 

Com certeza que tudo acontece sob as Tuas vistas e sob Teu consentimento.Mas tem certas coisas que não consigo entender ó meu Deus...A solidão dos enfermos desamparados pelos familiares, a dor da partida súbita,a falta de sensibilidade de alguns profissionais da área...Ah! meu Deus, como dói. 

Enfim Senhor, não me abandones jamais quando eu estiver exercendo este ministério tão nobre. Que eu enxergue nos meus pacientes a Tua imagem e, num gesto único de amor e desvelo,eu me entregue de corpo e alma aos Teus cuidados, em prol da vida.Abençoa Senhor a todos que, neste momento, lutam e se dedicam à vida."


Oração do Psicólogo

                


Senhor,

Só Tu conheces em profundidade a criatura humana
Só Tu és verdadeiro psicólogo.
Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante.
Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz.

Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana.

Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro.

Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você.

Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão.

Obrigado, Senhor!

Oração do Professor




 
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,
Dai-me esta graça que vem do amor.

Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples,
humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.

Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
Mas cresçam e se abasteçam da humildade.

Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a pregação da esperança.

Que eu aprenda que quem não me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.

Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperança,
E não ser um perpetuador das desilusões.

Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.


Autor: Antonio Pedro Schlindwein


Oração do Administrador de Empresas



  
"Senhor,

Diante das organizações devo ter CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades como ADMINISTRADOR. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo; Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha profissional; Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas."
 
Adm. Rui Ribeiro de Araújo CRA/DF nº 2285 

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